Você já se viu entrando em um cômodo da casa e, ao chegar lá, esquecer completamente o que foi fazer? Ou quem sabe começa a ler uma página de um livro e, antes mesmo de concluir o parágrafo, a mente já divagou para outro assunto qualquer? Se você convive com o TDAH, provavelmente isso faz parte da sua rotina. Mas a boa notícia é: é possível reverter esse quadro.
Meu nome é Renato Alves. Sou escritor, pesquisador e, acima de tudo, um entusiasta da memória humana. Não apenas por paixão, mas por vivência. Ao longo das últimas décadas, dediquei minha carreira a estudar o funcionamento da memória, e como treiná-la de forma eficaz, mesmo em pessoas com dificuldades atencionais.
Hoje quero falar diretamente com você que tem TDAH e sente que a sua memória é como uma peneira: tudo passa, nada fica. Existe uma técnica certa para você. Mais do que isso: existe um caminho de desenvolvimento cognitivo, personalizado, e absolutamente aplicável. E eu vou te mostrar como.

1. A natureza da memória no TDAH
Pessoas com TDAH não têm menos inteligência ou capacidade. O que ocorre é uma falha de registro, fruto de um circuito atencional instável. Isso significa que a informação não é codificada de forma eficaz, não chegando sequer à memória de longo prazo.
O primeiro passo, portanto, é entender que o problema não está na memória em si, mas na forma como você presta atenção. Reconhecer isso é libertador, pois nos permite focar em soluções reais, em vez de nos prendermos à culpa.
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2. Estímulo multissensorial com movimento inteligente
Nos meus treinamentos, utilizo estratégias que envolvem diferentes canais sensoriais: visual, auditivo, cinestésico. Isso porque a multissensorialidade ativa mais regiões cerebrais, fortalecendo a ancoragem da informação.
Por exemplo: ler um conceito em voz alta enquanto caminha ou manipula um objeto relacionado. O movimento corporal atua como catalisador da atenção, criando um contexto favorável à memorização.
3. Divisão inteligente da informação (chunking)
Quem tem TDAH tende a se sentir sobrecarregado com grandes volumes de conteúdo. Por isso, defendo a técnica de “chunking”: agrupar dados em blocos menores e significativos. Isso reduz o esforço cognitivo e aumenta a retenção.
Em vez de tentar memorizar uma lista extensa, separe em três partes e associe cada grupo a uma imagem mental ou história. A memória adora narrativas.
4. Active recall com espaçamento estratégico
Se você apenas reler o conteúdo, a chance de esquecer é alta. Por isso, aplique o “active recall”: feche o material e tente se lembrar, com suas palavras, do que foi estudado.
Combine isso com a técnica de espaçamento: revise após 30 minutos, depois em 24h, depois 72h. Assim, o cérebro entende que aquilo é importante e consolida a informação.
5. Mnemotécnicas e Palácio da Memória
Poucos métodos são tão eficazes quanto as mnemotécnicas. Uma das minhas favoritas é o Palácio da Memória. Trata-se de uma visualização mental onde você associa conceitos a cômodos de uma casa imaginária.
Ao caminhar por esse espaço fictício, você “vê” os conceitos como objetos ou cenas. Isso cria um mapa mental único e altamente duradouro.
6. Ambientes com padrões previsíveis
Quem tem TDAH é mais suscetível a distrações. Portanto, o ambiente de estudo precisa ser neutro, com o mínimo de ruído visual e auditivo. Reserve um local fixo, organize sua mesa e elimine notificações.
A previsibilidade externa favorece o foco interno.
7. Body-doubling: produtividade em dupla
Estudar ao lado de outra pessoa, mesmo que cada um esteja em sua tarefa, cria um efeito chamado “body-doubling”. A simples presença do outro aumenta a sensação de comprometimento e foco.
Recomendo usar essa estratégia em sessões de estudo ou trabalho, especialmente quando a motivação estiver baixa.
8. Estilo de vida neuro compatível
Não há memória forte em um corpo debilitado. Atividade física regular, alimentação equilibrada e sono restaurador são indispensáveis. Estudos mostram que o exercício aeróbico melhora a função executiva e a memória de trabalho.
Inclua também práticas de atenção plena, como respiração consciente ou meditação curta. Elas ajudam a ancorar a mente no presente.
9. O sistema Memória Blindada
Todas essas técnicas fazem parte do meu treinamento completo, o Curso Memória Blindada. Um método estruturado, validado por mais de meio milhão de alunos, e ideal para quem convive com TDAH.
Em apenas 15 minutos por dia, você aprende a:
- Memorizar nomes, datas e tarefas com facilidade
- Dominar técnicas de estudo baseadas em neurociência
- Melhorar foco e produtividade
- Criar rotinas de revisão inteligentes
- Substituir ansiedade por confiança cognitiva
Conclusão
A memória é como um instrumento musical: desafinada não revela seu potencial, mas bem ajustada encanta. Se você tem TDAH, seu desafio é treinar a mente com estratégia, consistência e autorrespeito.
Não é sobre ser perfeito, é sobre evoluir com consistência. E, nesse caminho, estarei ao seu lado.
Vamos juntos.

Perguntas Frequentes (FAQ)
Quem tem TDAH consegue realmente melhorar a memória?
Sim. A memória de quem tem TDAH pode ser fortalecida com técnicas adequadas, que respeitam a dinâmica do funcionamento cerebral dessas pessoas. Com um treinamento direcionado, é possível memorizar com eficácia.
A técnica de Palácio da Memória funciona para qualquer idade?
Funciona sim. A técnica é adaptável e pode ser aplicada por crianças, jovens, adultos e idosos. O importante é criar imagens mentais vívidas e significativas.
Preciso estudar muitas horas por dia para ter bons resultados?
Não. O método Memória Blindada foi estruturado para que você estude de forma estratégica, com apenas 15 minutos por dia. O segredo está na qualidade e não na quantidade.
O curso é indicado apenas para quem tem TDAH?
Não. Embora extremamente eficaz para quem tem TDAH, o curso é indicado para qualquer pessoa que deseje aumentar sua capacidade de memorização, foco e produtividade.
Quanto tempo leva para ver resultados?
Em média, os alunos relatam melhora já nas primeiras semanas de aplicação das técnicas. Com disciplina, os resultados são rápidos e consistentes.




