Você tem medo de ficar sem celular? Isso pode ser Nomofobia

Você leu certo, Nomofobia. Se você tem medo de ficar sem celular e isso tem lhe causado problemas, saiba que isso pode ser uma doença, que pode por fim ao seu projeto de aprovação em concurso público ou vestibular. Antes de nos aprofundarmos no assunto, imagine a situação abaixo:

Mais um dia cansativo e desgastante chega ao fim e obviamente a única coisa que você quer é chegar em casa para tomar aquele banho, colocar uma roupa mais confortável e então amenizar a sensação de esgotamento físico e mental. Acertei?

Depois, prepara algo para comer e então se deita no sofá, liga a televisão, mas pouco se importa com o que está passando neste ou naquele canal. Você quer mesmo é pegar o smartphone e se atualizar com as mensagens do WhatsApp e notificações de outras redes sociais. Não que tenha evitado muito durante o dia – exceto naquelas empresas – na qual é indiscutivelmente proibido aquela ohadela no WhatsApp. Acertei de novo?

Agora vamos para outro exercício. Imagine que você finalmente conseguiu relaxar, e se dá conta de que esqueceu o celular no carro! Se você teve aquela sensação de que roubaram sua carteira ou perdeu TODOS os documentos…e sentiu aquele aperto no coração provocado pelo medo de ficar sem celular, cuidado! Você pode estar engrossando a fila dos Nomofóbicos.

Uso excessivo associado ao medo de ficar sem celular

Uso excessivo associado ao medo de ficar sem celular, pode indicar vício

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Seul, na Coréia do Sul, revela que a dependência causada pelo uso exagerado associado ao medo de ficar sem celular, pode sim, ser  considerado um vício. Testes executados através de um tipo de ressonância magnética detectaram alterações químicas cerebrais intensas em adolescentes clinicamente diagnosticados como “viciados” em celular.

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O resultado, previsível, apresentou nos dependentes, níveis elevados de depressão, insônia, ansiedade e impulsividade. No entanto, o ponto mais curioso da análise é o fato de como a atividade cerebral é afetada negativamente.

Temos então a mais nova síndrome que, talvez, seja a mais recorrente nos dias atuais: a Nomofobia. O termo, ainda novo, caracteriza alguém que está totalmente refém de dispositivos digitais, sendo o mais comum deles o aparelho celular. Tal dependência vem causando nas pessoas uma série de prejuízos psicológicos, sociais e até físicos.

No Brasil os números também são preocupantes. O país ocupa a terceira colocação no ranking de usuários de internet que passam mais tempo conectados através de smartphones. A pesquisa mais recente é da GlobalWebIndex e revela que houve um crescimento significativo de 2012 para 2015 no número de horas que passamos deslizando os dedos na tela dos celulares. (Veja o gráfico abaixo)

Horas na internet via smartphones
Fonte: GlobalWebIndex

Diante desses números que expõem a realidade que avança e se apodera da rotina de milhões de pessoas, você já consegue imaginar o futuro da nossa sociedade se mantivermos o status de reféns da tecnologia e memórias artificiais?

Devemos buscar a retomada de uma vida mais ativa através do aperfeiçoamento da nossa própria capacidade cognitiva.

Não quero parecer excessivamente zeloso, mas como está, caminhamos a passos largos rumo ao caos permanente que uma vez instalado em nossas mentes, nos levará ao retrocesso e estagnação.

Você deve estar se perguntando, como podemos retomar um caminho mais natural, que nos faça acreditar que é possível desenvolver uma memória mais ativa, natural, capaz de proporcionar uma mentalidade (mindset) mais assertivo e memória mais eficiente, para que não fiquemos tão escravizados pela tecnologia e memórias artificiais?

Convido você a conhecer o meu curso Memória Blindada no treinamento eu ensino a aplicação prática da memorização para o dia a dia, tudo explicado de maneira simples e objetiva em videoaulas on-line que você poderá assistir onde quiser, seja no celular, tablet, computador ou smart TV.

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Renato Alves é escritor, pesquisador e primeiro brasileiro a receber o título oficial de melhor memória do Brasil. Autor de um método patenteado de memorização que ganhou reconhecimento nacional e já está presente em mais de 100 países.

 

Curso Memória Blindada

6 Comentários


  1. Legal essa dicas e isso que a internet esta precisando de blogs igual ao seu Parabéns!!

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  2. Não. Uso com moderação acentuada; em se falando dessa perca de tempo de redes sociais -são boas- não quero ser radical, porém, quando se tem um objetivo bem maior… hummmm esse deslizar de dedos em celulares, com finalidade fútil, fica insignificante; mas há gosto e tempo para tudo, quiçá…eu mesma não tenha extrapolado.

    Responder

    1. Isso mesmo Elda.
      Consciência e controle total em suas atitudes.
      Esse é um passo importante para não ser escravo das redes.
      Abs
      Renato 🙂

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  3. Olá Renato, aqui Melquisedeque. Passei no concurso, graças a deus e ao senhor com seus métodos! Muito bom, obrigado Renato Alves!

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    1. Que boa notícia. Parabéns!
      Entre em contato conosco para contar mais detalhes.
      Adoramos receber essas notícias.
      Estamos aguardando.
      Renato.

      Responder

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