Anotação ou digitação, descubra seu melhor estilo de estudo?

Você conhece aquelas pessoas que na sala de aula ou reunião de negócios saca um papel e uma caneta e fazem anotação de tudo que ouvem?

Talvez você seja uma dessas pessoas que ainda gosta de rascunhar, desenhar, fazer fluxos, e anotar cada palavra ou idéia. Se você é assim, saiba que está no caminho certo.

Um recente estudo publicado na revista, Psychological Science, mostrou que somos muito mais eficientes quando escrevemos do que quando digitamos informações (outros dois estudos, na Inglaterra e na Noruega também já tinham provado isso).

Ocorre que, quando anotamos, exercitamos regiões do cérebro responsáveis pelo processamento sensório motor, que estimula a memória cinestesica e ajuda a reforçar a aprendizagem e memorização.

Os estudos mostraram que o grau de aprendizagem e memorização de quem optou pela anotação foi superior.

Escrever é melhor do que digitar.

No meu curso Estudo e Memorização, um treinamento avançado de aprendizagem acelerada, vou além da técnica e explico que:

O esforço que é feito por parte das pessoas para digitar cria um vácuo entre o pensamento que foi elaborado, muitas vezes por não sabermos a localização dos caracteres corretos no teclado e a conferência no monitor do que foi escrito.

Inclua neste processo o retorno do curso para apagar uma frase errada, as opções da função auto-preencher do dispositivo, o grifo vermelho que o processador coloca na palavra, enfim, uma série de dados que temos que gerenciar em nossa memória de trabalho que prejudica o processo de codificação.

O caminho que a informação percorre neste caso é:

AULA -> CÉREBRO -> INPUT NO DISPOSITIVO -> PAPEL

Quando você escolhe fazer a anotação seu inconsciente toma algumas providências que ajudam no processo de codificação. Por exemplo:

Você ouve a explicação e seu cérebro tenta fazer uma síntese, já que não dá tempo de anotar na velocidade em que o professor fala. Escolhe bem as palavras, para não anotar errado e ter o trabalho de apagar.

Você também estimula a memória sensório motora que facilita a memorização do conteúdo e, se tiver o cuidado de passar a limpo caprichando na letra, terá ainda o benefício da concentração.

Finalmente ao ler sua anotação você estimula também a memória visual e a memória de longo prazo. Neste caso, ao anotar temos:

AULA -> CÉREBRO -> PAPEL

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Veja a seguir 5 dicas para fazer da anotação a sua melhor aliada nos estudos

1 – Sente-se o mais próximo possível de quem está transmitindo a informação.
Dessa forma você ouve e compreende o que ele diz.

2 – Primeiro concentre-se e escute a explicação e só depois faça a anotação.
Tentar ouvir e escrever ao mesmo tempo, não permite que a mente faça uma análise linear do conteúdo.

E os fragmentos de informação não o ajudam a chegar a qualquer conclusão. Por isso muitos professores recomendam, não anote, primeiro preste atenção, depois faça um resumo.

3 – “Para um bom entendedor meia palavra basta”.
Quando você presta atenção na explicação, sua mente tenta extrair a síntese com o objetivo de ser mais eficiente na anotação. Então transfira para o papel apenas o essencial. Não precisa fazer Mapa Mental, basta escrever de um jeito que você entenda!

4 – Faça desenhos
Pois ajudam a estabelecer um raciocínio linear e a reforçar na memória o conhecimento adquirido.

5 – Faça revisões
Não adianta nada anotar as informações da palestra que você assistiu e ao chegar em casa abandonar a anotação num canto.

Para que a anotação tenha um efeito duradouro na memória será uma boa idéia passá-las a limpo aproveitando para acrescentar outros detalhes que lembrar naquele momento.

Com este novo resumo em mãos adote uma técnica de revisão (em meu livro O Segredo dos Gênios apresento 5 opções diferentes) e transfira o novo conhecimento para a memória de longo prazo.

Conclusão:

Em algumas ocasiões é melhor deixar a tecnologia de lado e confiar em nossos, comprovadamente eficientes, recursos naturais.


Acesse abaixo a versão em audio deste post e faça o download para escutar as dicas do professor Renato Alves sempre que desejar.


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Um forte abraço,

Renato Alves é escritor, pesquisador e primeiro brasileiro a receber o título oficial de melhor memória do Brasil. Autor de um método patenteado de memorização que ganhou reconhecimento nacional e já está presente em mais de 100 países.

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13 Comentários


  1. Muito obrigada, pela partilha! Muito rico o texto! Amo escrever! Rumo aos novos caminhos, aos novos saberes! Que a Paz de Deus esteja sempre conosco!

    Forte abraço!

    Responder

    1. Olá, Ana Claudia. Amém, que ótimo que tenha gostado.
      Fique com Deus também.
      Abraço

      Responder

    1. Olá Sófia, não há problemas. Você pode fazer dessa forma, o importante é esse exercício de passar para o papel.
      Abraço

      Responder

  2. Eu sempre desenhei, durante a época de escola as professoras achavam que tinha falta de atenção e concentração, porem era o jeito mais fácil de intender o conteúdo da aula.
    Valeu pelas dicas, vo aplicar na facu.

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  3. Obrigada Renato Alves!Sou psicóloga e suas aulas tem me ajudado a contribuir para que meus pacientes atinjam seus objetivos acadêmicos e profissionais!!abs, Itiene

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  4. É quem já possui o hábito de digita ou escrever atraves daquelas canetinhas no tablet como faz para readquirir o hábito da escrita em papel?

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  5. Gostei do artigo e gostaria de saber qual editora para adquirir o livro.
    Abraços.

    José Lemos

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  6. Obrigada Renato Alves! Seu trabalho é fantástico! Estou pondo em prática as técnicas e já desfruto de benefícios… Abração!

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  7. Valeu pelas dicas! Estou em processo de mudança da minha forma errada de estudar… cansei de não ter resultados positivos, tenho lido sempre q posso suas dicas aqui e acolá, rs. Esse livro q o Sr. indicou me chamou a atenção… valeu!

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